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Sustentabilidade e Inteligência territorial

10/12/2019

O monitoramento da performance socioambiental e a implementação de boas práticas agropecuárias exigem ferramentas específicas, com análises quali e quantitativas, incluindo o uso de Sistemas de Informação Geográficas (SIG). Na Agroicone, mesclamos diferentes especialidades e abordagens para tratar de diversos aspectos das relações de produção agrícola e sustentabilidade, em escalas local, regional ou global.  Incentivamos o uso de boas práticas agropecuárias, tendo como premissa o conceito de melhorias contínuas das cadeias produtivas, como base para aperfeiçoar e aprimorar os diferentes sistemas produtivos.

Promover a regularização diante de regras sociais e ambientais, tais como o Código Florestal, é um dos nossos objetivos. Além disso, queremos fomentar o uso de padrões voluntários de sustentabilidade como forma de aprimorar a gestão das cadeias e fomentar acesso a mercados. Nossa abordagem é estimular o cumprimento de leis e padrões da forma mais custo eficiente, maximizando benefícios ambientais e sociais. Análises econômicas da intensificação da pecuária e restauração florestal são temas importantes nesta agenda.

Ademais, há muitos temas relativamente novos que criam oportunidades para o setor agropecuário, agregando valor à produção sustentável, tais como indicações geográficas, mecanismos de Pagamento por Serviços Ambientais e agropecuária 4.0.

A experiência de nossa equipe em agricultura sustentável permite desenvolver projetos de:

  • Estimativas de emissões de GEEs em cadeias produtivas, produtos, regiões ou práticas agrícolas,
  • Dinâmica do uso da terra, com análises de intensificação de lavouras e pastagens, em diferentes escalas;
  • Benchmarking e gap analysis (análise de gargalos) de regulamentações e iniciativas de certificações,
  • Estratégias para a regularização ambiental face ao Código Florestal de indústrias, cooperativas e outros arranjos em escala;
  • Planos de sustentabilidade pautados por informações científicas e indicadores adequados a realidades locais e regionais;
  • Priorização de áreas para recuperação da vegetação nativa, para intensificação e expansão agrícola, entre outros usos da terra.