Revista DBO destaca vantagens da restauração com semeadura direta para pecuarista

18/02/2020

A Iniciativa Caminhos da Semente, que tem como objetivo fomentar o uso do método da semeadura direta para recuperação da vegetação nativa no Brasil, vem apoiando plantios em cinco estados, em parcerias com diversos produtores e organizações. Um desses plantios aconteceu na Fazenda Monte Branco, com produção pecuária, no município paulista de Piracicaba. A reportagem da Revista DBO acompanhou essa experiência e publicou em fevereiro a reportagem com o título “Na maior muvuca!”, com destaque para as vantagens financeiras e produtivas para o pecuarista, e mostrando também os benefícios socioambientais associados com o método.

O plantio realizado na Fazenda Monte Branco foi coordenado pela Iniciativa Verde, ONG que atua com projetos ambientais, em uma parceria com a Iniciativa Caminhos da Semente. O plantio foi oportunidade para mostrar como o pecuarista pode realizar a recuperação da vegetação em sua propriedade com um método eficiente, com ótimo custo benefício e redução do tempo, aproveitando maquinário da propriedade. Mostrou também que é possível incluir na mistura de sementes espécies de interesse econômico, como as frutíferas.

A reportagem valorizou os benefícios socioambientais que são promovidos com o uso da semeadura direta, apoiando redes de coletores de sementes, que geralmente são formadas por comunidades rurais, indígenas, quilombolas, assentados e outras populações tradicionais, com forte participação das mulheres.

“Embora ainda pouco conhecida dos pecuaristas, a muvuca mostrou-se eficaz na restauração de áreas de reserva legal ou de preservação permanente (APP) e, por isso, tem se difundido cada vez mais pelo País. Além de reduzir custos e demandar menos tempo de manutenção (roçadas ou aplicação de herbicidas), ela cumpre um papel social importante, ao fomentar uma rede de coletores de sementes composta por comunidades extrativistas de ribeirinhos, quilombolas, indígenas e produtores familiares, dentre outras.”

 

Leia a reportagem: Revista DBO – Fev 2020 – Semeadura Direta