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História

Linha do tempo



2018

  • Participação decisiva para definição de políticas inseridas no Plano Agrícola e Pecuário 2018/19, voltadas para promover as ações do Plano ABC e a adequação ao Código Florestal.
  • Atuação estratégica na avaliação das políticas da China, Índia e Tailândia sobre o mercado internacional de açúcar, o que foi de fundamental importância para auxiliar o setor privado e o governo nas negociações na Organização Mundial do Comércio.
  • Nova linha de pesquisa sobre o etanol de milho brasileiro, campo de maior relevância com aprovação do RenovaBio.

2017

  • Atuação decisiva na criação do RenovaBio, a Política Nacional de Biocombustíveis, aproveitando toda a experiência adquirida sobre bioenergia, análise de ciclo de vida e regulamentações sobre biocombustíveis.
  • Em parceria com a Confederação da Agricultura e da Pecuária do Brasil (CNA), realização de evento sobre os desafios para implementar a Lei de Proteção de Vegetação Nativa(Código Florestal), que celebrou 5 anos em maio.
  • Consolidação da nova área de geoprocessamento, para apoiar regularização ambiental e outros usos de inteligência territorial para gestão eficiente do uso da terra.

2016

  • Mudança para sede atual na Avenida Angélica, em São Paulo.
  • Participação intensa na agenda do Código Florestal, especialmente Cadastro Ambiental Rural (CAR) e Programas de Regularização Ambiental (PRA).
  • Projetos concentrados em dois temas centrais: a) desafios e custos para recuperação de pastagens degradadas, intensificar a pecuária e produzir carne de maneira mais sustentável; b) restauração florestal, modelos, custos e oportunidades.

2015

  • Início da Iniciativa para Uso da Terra – INPUT, com foco em apoiar as cadeias de soja, cana, florestas plantadas e pecuária na implementação do Código Florestal.
  • A Agroicone teve um importante papel no reconhecimento do etanol brasileiro como biocombustível avançado e, portanto, elegível em termos do seu potencial de reduzir emissões de gases de efeito estufa no âmbito da Low Carbon Fuel Standard da Califórnia.
  • No Acordo de Paris, a Agroicone teve uma intensa atuação junto ao governo federal nas contribuições submetidas para as agendas de biocombustíveis, agropecuária sustentável e uso da terra.
  • André Nassar, sócio-Diretor da Agroicone deixou a empresa para se tornar Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, e Rodrigo C. A. Lima passou a ser o novo diretor-geral.

2014

  • Agroicone deixou a PlataformaAgro. Direciona atuação para construção de políticas públicas para fomento da produção agropecuária inovadora e sustentável.
  • Participação no Estudo Impactos Econômicos e Sociais das ações de mitigação (IES), que fundamentaram a construção das futuras iNDC (Contribuição Nacionalmente Determinada pretendida) do Brasil junto a Convenção do Clima da ONU. O estudo utilizou versão aperfeiçoada do BLUM – Modelo Brasileiro de Uso da Terra.

2013

  • A Agroicone nasceu em maio de 2013, com a união de conhecimentos e experiências de André Nassar, Rodrigo C. A. Lima, Leila Harfuch, Luciane Chiodi, Laura Antoniazzi e Marcelo Moreira. A consultoria integrava a holding PlataformaAgro, juntamente com Marcos Jank, Agroconsult e Agrosatélite.

2003-2012

  • 2003-2008 – O Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais – ICONE foi criado com objetivo de prover pesquisas aplicadas sobre comércio internacional e política comercial. Nesse período, desenvolveu pesquisas relacionadas com a Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC) e subsídios técnicos para o posicionamento do Brasil no G-20.
  • 2008-2012 – Foco do trabalho voltado para mudanças do uso da terra no Brasil, como desmatamento e expansão agrícola, e quantificação de seus impactos econômicos e ambientais. Destaque para desenvolvimento de modelagem da dinâmica do setor agrícola brasileiro, incorporando análises de oferta e demanda de diversas cadeias agroindustriais.
  • 2010 – Criação do Modelo Brasileiro de Uso da Terra – BLUM, que foi usado no Projeto Low Carbon Study, coordenado pelo Banco Mundial com a participação de diversas organizações do país.
  • 2010 – Reconhecimento do etanol de cana brasileiro pela Environmental Protection Agency – EPA (USA) como combustível sustentável, o que tornou o etanol brasileiro elegível para o mercado norte-americano.